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NVIDIA confirma que DLSS 5 também chegará oficialmente às placas GeForce RTX 40

NVIDIA confirma suporte futuro do DLSS 5 às RTX 40, mas primeiro quer reduzir o pesado custo de desempenho da nova tecnologia nas RTX 50.

Por Redfield | 04 set de 2026 às 12:48 | ⏱️ 18 min de leitura

A NVIDIA confirmou uma notícia que muita gente com placas da geração Ada Lovelace estava esperando: o DLSS 5 também será disponibilizado oficialmente para as GeForce RTX 40. A novidade encerra parte das dúvidas sobre a compatibilidade da nova tecnologia, que estreou inicialmente apenas nas GPUs da série RTX 50.

Por enquanto, entretanto, quem possui uma RTX 4090, RTX 4080, RTX 4070, RTX 4060 ou outro modelo da família ainda terá que esperar. A NVIDIA afirma que o DLSS 5 é seu modelo mais exigente computacionalmente até hoje e que sua prioridade atual é continuar otimizando o recurso nas placas Blackwell antes de expandir o suporte oficial para Ada Lovelace.

A confirmação é particularmente importante porque, até poucos dias atrás, os únicos testes do DLSS 5 rodando nas RTX 40 vinham de mods e implementações experimentais feitas pela comunidade, sem qualquer garantia de que a NVIDIA liberaria oficialmente a tecnologia para a geração anterior.

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NVIDIA confirma oficialmente suporte às RTX 40

A declaração foi enviada pela NVIDIA ao Wccftech após questionamentos sobre a compatibilidade do DLSS 5.

Segundo a companhia, o recurso ainda está passando por um processo agressivo de otimização. Desde sua apresentação original, em março de 2026, a NVIDIA afirma ter conseguido um aumento de aproximadamente cinco vezes no desempenho do modelo, mas acredita que ainda existe espaço para melhorias adicionais.

A empresa explicou que o foco imediato continuará sendo a série RTX 50. Somente depois que o modelo estiver suficientemente otimizado para Blackwell é que o suporte oficial será ampliado para as RTX 40.

Na prática, a mensagem é positiva para proprietários de Ada Lovelace: não é mais uma questão de “se” o DLSS 5 chegará às RTX 40, mas de “quando”.

A NVIDIA, porém, ainda não forneceu uma data.

RTX 4090, 4080, 4070 e 4060 devem receber o recurso

A empresa falou em suporte à GeForce RTX 40 Series, sem limitar a confirmação apenas aos modelos mais caros.

Isso significa que, em princípio, a expansão inclui toda a família Ada Lovelace, formada por placas como RTX 4090, RTX 4080, RTX 4070 Ti, RTX 4070, RTX 4060 Ti e RTX 4060.

É importante, entretanto, separar compatibilidade de desempenho.

Uma RTX 4090 possui uma quantidade de poder computacional muito maior do que uma RTX 4060. Mesmo que ambas recebam oficialmente o DLSS 5, o custo de ativar a Renderização Neural poderá variar bastante entre os modelos.

É justamente por isso que a NVIDIA está dedicando tanto tempo à otimização.

DLSS 5 é muito diferente do DLSS tradicional

O nome pode sugerir apenas uma nova versão do conhecido sistema de upscaling, mas o DLSS 5 representa uma mudança muito maior.

A principal novidade é a Renderização Neural Guiada em 3D, ou 3D-Guided Neural Rendering.

Em vez de apenas reconstruir uma imagem de resolução menor para uma resolução maior, o novo modelo usa inteligência artificial para interferir diretamente em diferentes propriedades visuais da cena.

A NVIDIA destaca elementos como:

  • iluminação;
  • pele;
  • cabelo;
  • materiais;
  • sombras;
  • transmissão de luz;
  • resposta de superfícies;
  • detalhes de personagens e ambientes.

O objetivo declarado é aproximar jogos em tempo real da aparência de produções cinematográficas renderizadas offline.

A inteligência artificial recebe informações diretamente da engine

Outra diferença importante está na maneira como o modelo funciona.

O DLSS 5 não recebe simplesmente uma imagem final e tenta “embelezá-la”.

Os desenvolvedores podem fornecer ao sistema dados provenientes diretamente da engine, incluindo informações sobre materiais, geometria e características da cena.

Isso permite que a IA saiba, por exemplo, que determinada superfície representa pele, cabelo, tecido ou metal.

A partir dessas informações, o modelo pode aplicar uma resposta visual diferente para cada material.

Esse processo é muito mais complexo do que simplesmente aumentar a resolução de um frame.

E é exatamente essa complexidade que explica parte do enorme custo computacional.

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https://www.nvidia.com/content/dam/en-zz/nvidiaweb/geforce/news/dlss5-breakthrough-in-visual-fidelity-for-games/nvidia-dlss-5-geforce-rtx-hogwarts-legacy-comparison-002-on.jpeg
 
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NBA 2K27 foi o primeiro jogo com suporte oficial

O DLSS 5 estreou oficialmente em 3 de setembro de 2026 com NBA 2K27, inicialmente para todas as GPUs GeForce RTX 50.

O jogo utiliza a Renderização Neural principalmente para melhorar a aparência dos jogadores, arquibancadas, funcionários e iluminação das arenas.

Pele, cabelo, contato entre objetos e comportamento da luz são alguns dos elementos modificados pelo modelo.

A ideia é utilizar IA para aumentar o realismo sem exigir que cada detalhe seja calculado através de métodos tradicionais extremamente caros.

NBA 2K27 funciona, portanto, como a primeira demonstração comercial da tecnologia.

A RTX 50 ainda é a prioridade absoluta

Apesar da confirmação das RTX 40, a NVIDIA não pretende dividir seus esforços imediatamente entre as duas gerações.

Blackwell continua sendo o alvo principal.

A empresa quer reduzir o custo computacional do DLSS 5, tornar o modelo menor e aumentar sua velocidade antes de distribuí-lo em GPUs com menos recursos.

Isso é importante porque até mesmo placas extremamente poderosas podem sofrer uma queda considerável de desempenho quando a Renderização Neural é ativada.

O DLSS 5 não deve ser encarado como um recurso gratuito.

Ele utiliza parte considerável dos Tensor Cores da GPU.

NVIDIA diz ter aumentado o desempenho em cerca de cinco vezes

Existe, entretanto, uma boa notícia.

Segundo a companhia, a implementação atual já é aproximadamente cinco vezes mais rápida do que aquela apresentada inicialmente durante a GTC em março.

Isso mostra que o modelo ainda está evoluindo rapidamente.

O DLSS 5 que chegará às RTX 40 poderá ser consideravelmente mais leve do que a versão utilizada nos primeiros testes.

Esse detalhe é especialmente importante para placas intermediárias.

Uma RTX 4060 não possui a mesma margem de desempenho de uma RTX 5090.

Quanto menor o custo da Renderização Neural, maiores serão as chances de a tecnologia funcionar de maneira prática nesses modelos.

Modders já provaram que DLSS 5 funciona nas RTX 40

Curiosamente, a comunidade chegou lá antes da própria NVIDIA.

No final de agosto, modders conseguiram colocar uma versão experimental do DLSS 5 para funcionar em GPUs Ada Lovelace.

O processo envolveu modificar os binários CUDA presentes no arquivo nvngx_dlssnr.dll, encontrado inicialmente em uma versão antecipada de NBA 2K27.

A biblioteca original possuía componentes preparados para Blackwell.

O modder conhecido como Uncle Burrito, ligado à comunidade RenoDX, substituiu partes incompatíveis por versões capazes de funcionar nas RTX 40.

Os primeiros testes utilizaram uma RTX 4090.

Posteriormente, o recurso também apareceu funcionando em uma RTX 4080.

RTX 4090 chegou a perder quase 40% de desempenho

Os resultados experimentais também ajudaram a mostrar por que a NVIDIA está sendo cautelosa.

Em um dos testes realizados com Control, uma RTX 4090 teria passado de aproximadamente 135 FPS para 82 FPS com Neural Rendering ativado, uma redução perto de 39%.

Esse número não deve ser usado como referência para a versão oficial.

O teste utilizava um runtime incompleto, vazado e adaptado para um jogo que nem sequer recebeu integração oficial.

Mesmo assim, serve para demonstrar que o modelo realmente possui um custo elevado.

Se uma RTX 4090 sente o impacto, uma RTX 4060 naturalmente terá menos margem.

A versão oficial deverá ser muito mais eficiente

É justamente aí que entra o trabalho atual da NVIDIA.

A companhia não quer simplesmente liberar o runtime das RTX 50 para as RTX 40 e considerar o trabalho concluído.

O objetivo é reduzir significativamente o peso do modelo.

Isso pode envolver otimizações em:

  • Tensor Cores;
  • uso de memória;
  • modelos neurais;
  • execução CUDA;
  • quantidade de informações processadas;
  • integração com engines;
  • seleção de elementos que realmente precisam de Neural Rendering.

A NVIDIA também poderá oferecer modelos com diferentes níveis de qualidade e custo.

A empresa já apresentou controles que permitem aos desenvolvedores ajustar a intensidade e o comportamento da renderização neural.

RTX 4060 pode receber DLSS 5, mas provavelmente exigirá compromissos

A confirmação é especialmente interessante para proprietários da RTX 4060.

Ela faz parte oficialmente da série RTX 40, portanto está incluída na família mencionada pela NVIDIA.

Mas isso não significa que uma RTX 4060 terá exatamente a mesma experiência de uma RTX 4090.

É possível que usuários precisem combinar DLSS 5 com:

  • DLSS Super Resolution;
  • resolução interna menor;
  • configurações gráficas reduzidas;
  • Frame Generation.

A NVIDIA ainda não detalhou como o recurso será escalonado nas diferentes GPUs Ada Lovelace.

Também não informou se existirá algum limite específico baseado na quantidade de VRAM.

RTX 4060 Ti também entra em uma posição interessante

A situação da RTX 4060 Ti pode ser ainda mais curiosa.

Existem versões com 8 GB e 16 GB de VRAM.

Caso a Renderização Neural utilize muita memória, o modelo de 16 GB poderá ter alguma vantagem em determinados jogos.

Isso ainda não foi demonstrado oficialmente.

Portanto, não devemos assumir que o DLSS 5 terá comportamento significativamente diferente apenas pela quantidade de VRAM.

Mas será um aspecto importante para observar quando os benchmarks oficiais da série RTX 40 aparecerem.

RTX 4070 e RTX 4080 podem ser o ponto de equilíbrio

As RTX 4070, 4070 Ti e 4080 possuem muito mais capacidade computacional.

Esses modelos podem acabar oferecendo uma experiência mais próxima daquilo que a NVIDIA demonstra atualmente nas RTX 50.

Os testes não oficiais já mostraram que Ada Lovelace consegue executar o modelo.

O desafio agora está principalmente em tornar essa execução eficiente.

Quanto mais otimizada for a implementação, maior será a quantidade de placas da série RTX 40 capazes de utilizar Neural Rendering mantendo taxas de quadros aceitáveis.

RTX 4090 provavelmente será a Ada mais confortável para DLSS 5

A RTX 4090 naturalmente possui a melhor situação.

Mesmo sendo uma GPU da geração anterior, ela continua oferecendo um poder computacional enorme.

O primeiro mod experimental funcionou justamente nela.

Isso não significa que o desempenho será equivalente ao de uma RTX 5090, já que Blackwell possui melhorias arquiteturais voltadas especificamente para cargas de IA.

Mas a RTX 4090 deverá ser a GPU Ada com maior margem para utilizar o novo recurso.

https://www.nvidia.com/content/dam/en-zz/nvidiaweb/geforce/news/dlss5-breakthrough-in-visual-fidelity-for-games/nvidia-dlss-5-geforce-rtx-hogwarts-legacy-comparison-003-on.jpeg
 
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Resident Evil Requiem será um dos principais exemplos

Um dos jogos utilizados pela NVIDIA para demonstrar DLSS 5 é Resident Evil Requiem.

A Capcom trabalha diretamente com a empresa na implementação da nova tecnologia.

Segundo Jun Takeuchi, produtor executivo da Capcom, o objetivo é utilizar o DLSS 5 para melhorar aspectos como sombras, texturas e iluminação, aumentando a sensação cinematográfica.

As comparações divulgadas pela NVIDIA mostram alterações principalmente na aparência de personagens.

Pele e cabelo recebem respostas mais naturais à iluminação, enquanto pequenos detalhes do rosto ficam mais evidentes.

A proposta é tornar o resultado mais próximo de uma imagem renderizada offline.

Starfield também receberá DLSS 5

A Bethesda é outra parceira anunciada oficialmente.

Todd Howard confirmou que o estúdio pretende levar DLSS 5 para Starfield e futuros projetos.

A NVIDIA já mostrou comparações da tecnologia aplicada ao RPG espacial.

Materiais, iluminação e principalmente personagens são modificados pela Renderização Neural.

Starfield também é um caso interessante porque possui cenários extremamente variados.

Ambientes internos, planetas, roupas, superfícies metálicas e rostos oferecem diferentes tipos de material para o modelo neural interpretar.

Hogwarts Legacy aparece entre os jogos anunciados

Hogwarts Legacy também faz parte da lista de títulos que receberão DLSS 5.

As demonstrações divulgadas pela NVIDIA mostram alterações bastante perceptíveis em personagens.

O resultado é mais detalhado e realista, embora justamente essas mudanças tenham iniciado uma das maiores discussões envolvendo a tecnologia.

DLSS 5 não simplesmente melhora resolução.

Ele pode alterar a apresentação final de personagens e materiais.

Isso levanta questões importantes sobre direção artística.

No Man's Sky mostrou por que nem todo jogo necessariamente combina com DLSS 5

Um exemplo recente dessa discussão envolve No Man's Sky.

Martin Griffiths, programador de engine da Hello Games, comentou testes que aplicavam um visual extremamente realista ao jogo e explicou que utilizar algo semelhante oficialmente seria também uma decisão artística, não apenas técnica.

No Man's Sky possui propositalmente uma estética estilizada.

Transformar personagens e ambientes em algo excessivamente fotorrealista poderia descaracterizar completamente o jogo.

Esse talvez seja um dos maiores desafios do DLSS 5.

A tecnologia precisa respeitar a identidade criada pelos artistas.

NVIDIA oferece controles justamente para evitar esse problema

A empresa parece consciente dessa questão.

DLSS 5 permite que desenvolvedores controlem diferentes aspectos do modelo.

A intensidade pode ser ajustada e determinadas regiões da cena podem receber tratamento diferente.

Isso significa que os estúdios não precisam simplesmente escolher entre “DLSS 5 ligado” e “DLSS 5 desligado”.

Podem utilizar a tecnologia seletivamente.

Um personagem pode receber tratamento neural apenas na pele.

Outro material pode manter a renderização tradicional.

Uma determinada região da tela pode até ser excluída.

Essa flexibilidade será essencial para evitar que todos os jogos acabem adquirindo a mesma aparência.

A lista de jogos confirmados já é grande

A NVIDIA já anunciou uma quantidade considerável de projetos que terão suporte ao DLSS 5.

Entre eles estão:

  • AION 2;
  • Assassin's Creed Shadows;
  • Black State;
  • CINDER CITY;
  • Delta Force;
  • Hogwarts Legacy;
  • Justice;
  • NARAKA: BLADEPOINT;
  • NTE: Neverness to Everness;
  • Phantom Blade Zero;
  • Resident Evil Requiem;
  • Sea of Remnants;
  • Starfield;
  • The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered;
  • Where Winds Meet.

A lista deverá aumentar conforme a NVIDIA disponibilizar ferramentas de integração para mais estúdios.

Publishers importantes já trabalham com a tecnologia

A NVIDIA também anunciou suporte de grandes empresas.

Entre as parceiras citadas oficialmente aparecem:

Bethesda, Capcom, Hotta Studio, NetEase, NCSOFT, S-GAME, Tencent, Ubisoft e Warner Bros. Games.

Isso mostra que a empresa pretende transformar Neural Rendering em parte importante do ecossistema GeForce.

O suporte às RTX 40 aumenta consideravelmente a base instalada disponível para desenvolvedores.

Quanto mais jogadores puderem utilizar a tecnologia, maior será o incentivo para os estúdios implementarem o recurso.

Ainda não existe confirmação para RTX 30

Aqui existe uma divisão importante.

A NVIDIA confirmou RTX 40.

A empresa não confirmou oficialmente RTX 30 ou RTX 20.

Isso não significa necessariamente que essas gerações jamais receberão algum tipo de suporte.

Apenas significa que, até agora, a companhia não anunciou planos semelhantes.

Existem diferenças arquiteturais importantes.

As RTX 40 possuem Tensor Cores mais modernos e recursos que facilitam determinados tipos de cálculo utilizados pelo modelo.

Falta de FP8 pode dificultar bastante nas gerações anteriores

Um dos obstáculos mencionados pela comunidade é o suporte a operações FP8.

As GPUs Ada Lovelace possuem recursos que ajudam nesse tipo de inferência neural.

Nas gerações anteriores, a situação é diferente.

O próprio modder responsável por fazer DLSS 5 funcionar nas RTX 40 afirmou não saber se seria possível repetir o procedimento de maneira prática nas RTX 30 e RTX 20.

Isso ajuda a explicar por que a NVIDIA pode traçar uma linha entre Ada e arquiteturas anteriores.

Mas somente a empresa poderá confirmar definitivamente.

DLSS 5 não substitui DLSS Super Resolution

Outro detalhe importante é que DLSS 5 não significa que tecnologias anteriores desaparecerão.

O ecossistema DLSS atualmente contém vários recursos separados.

Há Super Resolution para reconstrução de imagem.

Ray Reconstruction para melhorar efeitos baseados em ray tracing.

Frame Generation para gerar frames adicionais.

Multi Frame Generation para GPUs compatíveis.

E agora 3D-Guided Neural Rendering através do DLSS 5.

Essas tecnologias podem trabalhar juntas.

DLSS 5 é mais uma camada dentro desse conjunto.

O custo alto pode tornar Frame Generation ainda mais importante

Se Neural Rendering reduzir significativamente a taxa de quadros base, Frame Generation pode acabar desempenhando papel importante.

O jogo poderia utilizar Super Resolution para reduzir o custo da renderização tradicional, DLSS 5 para melhorar materiais e iluminação e Frame Generation para elevar a taxa final apresentada ao jogador.

Essa combinação é justamente o tipo de cenário que a NVIDIA vem promovendo com suas GPUs mais recentes.

Mas a qualidade da experiência dependerá de cada jogo.

Uma taxa base extremamente baixa continua sendo problemática por causa da latência.

Para quem possui RTX 40, a confirmação é uma excelente notícia

Até agora existia uma dúvida real sobre o futuro da geração Ada Lovelace.

DLSS 5 havia sido anunciado e lançado inicialmente como um recurso da família RTX 50.

Mesmo depois que modders demonstraram seu funcionamento em uma RTX 4090 e RTX 4080, ainda não existia garantia de suporte oficial.

Agora existe.

A NVIDIA confirmou publicamente que pretende levar DLSS 5 às GeForce RTX 40 depois de concluir sua atual rodada de otimizações.

Quem possui uma RTX 4090, 4080, 4070, 4060 Ti ou 4060 não precisará obrigatoriamente trocar para Blackwell apenas para experimentar a nova Renderização Neural.

A grande pergunta agora é quando

Esse é o detalhe que a NVIDIA ainda não respondeu.

Não existe mês.

Não existe trimestre.

Não existe driver anunciado.

A companhia afirma apenas que primeiro deseja deixar o modelo totalmente otimizado na série RTX 50 e depois expandirá o suporte oficial para RTX 40.

Também haverá novas atualizações do modelo para a RTX 50 ainda em 2026, o que indica que o processo de otimização continuará acontecendo nos próximos meses.

Portanto, é possível que os proprietários de Ada ainda precisem esperar algum tempo.

A RTX 40 ganhou uma sobrevida importante

A confirmação também possui importância estratégica.

Quando a NVIDIA apresentou DLSS 5 como uma das grandes novidades da geração atual, muitos usuários de RTX 40 temeram que a tecnologia se tornasse mais um diferencial exclusivo das RTX 50.

Isso não acontecerá.

Ada Lovelace também fará parte dessa nova etapa.

A dúvida agora será descobrir quanto desempenho será necessário.

Se a NVIDIA conseguir manter os ganhos de otimização obtidos desde março, placas como RTX 4070 e RTX 4080 podem ter resultados bastante interessantes.

E até uma RTX 4060 poderá se beneficiar em determinadas condições.

Os primeiros benchmarks oficiais nas RTX 40 serão, portanto, particularmente importantes.

Por enquanto, o cenário está definido: DLSS 5 já estreou nas RTX 50, a NVIDIA continua reduzindo seu custo computacional e, quando essa etapa estiver concluída, o suporte oficial será ampliado para as GeForce RTX 40.

Para proprietários da geração Ada, é provavelmente a melhor notícia possível sobre o futuro da nova tecnologia.

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Postado por Redfield
Redfield | SoulsGamer 🎮
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